Titã, a maior lua de Saturno, pode ter um oceano líquido sob a superfície, segundo um estudo realizado com base nos novos dados recolhidos pela sonda euro-americana Cassini-Huygens e publicado, no passado dia 21 de Março, na revista norte-americana Science.
Uma análise da Cassini indica a existência de movimentações da superfície de Titã, quando comparados pontos fixos de referência. Fenómeno que leva a crer que a velocidade de rotação de Titã acelerou temporariamente.
Estas movimentações parecem suficientemente importantes para sugerir a presença de um oceano líquido entre a crosta de Titã e o seu núcleo. Sem a presença desse oceano os movimentos da crosta parecem difíceis, revelam os autores do estudo.

