Portugal é o segundo país que maior importância atribui às tecnologias de informação e comunicação (TIC), mas ocupa apenas o 12º lugar no que diz respeito à capacidade da Administração Pública de utilizar as TIC, segundo o estudo “Global Information Technology Report 2007-2008”, do World Economic Forum, que analisou os comportamentos tecnológicos de 127 países de todo o mundo.
O mesmo estudo revela que “Portugal ocupa ainda a 9ª posição da lista global no indicador relativo ao tempo necessário para a abertura de uma empresa e a 10ª posição na utilização das TIC por parte da Administração Pública e sua eficiência”.
A liderança em desenvolvimento tecnológico pertence, contudo, aos Estados Unidos, estando Portugal em 27º lugar. Apesar de acompanhar o desenvolvimento do nível global de preparação tecnológica, Portugal não cresceu o suficiente para melhorar a sua classificação, continuando a manter-se abaixo da média da Europa Ocidental.
Islândia e países escandinavos em primeiro lugar
A Islândia e os países escandinavos são, segundo um estudo do instituto GfK, os países onde existe uma maior difusão da Internet. A Islândia conta com 88 por cento de internautas, seguida da Finlândia, com 81 por cento, da Noruega e da Dinamarca, com 76 por cento cada, e da Suécia, com 73 por cento. Portugal surge a meio da tabela, com apenas 43 por cento da população a usar a Internet. O alerta vai para a Albânia, com pouco mais de 1 por cento de internautas.
Net mais rápida em 2020
Qualquer casa irá necessitar, em média, daqui a doze anos, de Internet a 1400 megabits. Para os mais exigentes, os números sobem aos 2200 megabits, o que representa um valor 70 vezes superior à velocidade hoje comercializada. A previsão pertence à Alcatel-Lucent.
A razão para a necessidade de aumento de largura de banda é a visualização de vídeos via Internet. A solução passa, segundo a empresa, por cabos de fibra óptica que cheguem directamente a cada casa.

