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Focus

2009/02/02

Lixo cósmico aumenta

A rede de satélites de telecomunicações em órbita da Terra tende, a médio prazo, a densificar-se consideravelmente, sobretudo com o aumento previsto da participação europeia no lançamento de novos satélites empregando tecnologia de ponta, o que, além dos muitos benefícios, acarreta também algumas desvantagens…

Se é verdade que o lançamento desses satélites contribui para a melhoria da cobertura mundial de circuitos de voz e dados, também é verdade que daí resulte um congestionamento da órbita terrestre, repleta de satélites activos e detritos de missões antigas.

Cerca de 80% de todos os objectos identificados em órbita ocupam a LEO (Low Earth Orbit, isto é, órbita terrestre baixa), que se estende a 2000 quilómetros acima da superfície do planeta. Os satélites artificiais usados para observar a Terra, por exemplo, necessitam, para cumprir a sua missão, de se situar a essa baixa altitude.

O observatório da ESA, no arquipélago das Canárias, possui equipamentos dedicados à busca, acompanhamento, identificação e catalogação deste aspecto menos glorioso da exploração espacial: o lixo cósmico.