Portugal vai necessitar, nos próximos vinte anos, de mais de uma centena de aviões comerciais, um investimento na ordem dos dez mil milhões de dólares (6,4 mil milhões de euros), segundo um estudo de prospecção sobre o mercado português da Airbus, que prevê que metade das novas aeronaves servirá para responder ao crescimento do tráfego português e as restantes para substituir os aviões que vão ser retirados de operação.
Andrew Gordon, director da construtora aeronáutica, afirmou, no final de Maio, que a empresa tem a intenção de “manter a liderança do mercado”. Actualmente, estão em utilização no mercado português 63 aviões de Airbus.
Rússia quer 600 aviões até 2015
As companhias aéreas russas vão encomendar 600 novos aviões, respondendo desta forma a necessidades internas, anunciou Igor Levitine, o ministro da Indústria russo, no dia 24 de Maio, no âmbito do programa de desenvolvimento do sistema de transporte russo 2010-2015.
Desde a queda da União Soviética que o sector industrial russo se revelou incapaz de produzir aviões que respondam às normas de segurança e conforto. Além disso, a maior parte da frota actualmente ao serviço é obsoleta, com apenas um décimo dos aviões a poder ser considerado moderno.
O ministro afirmou ainda que 350 aeroportos permanecerão nas mãos do Estado, enquanto 170 deverão ser entregues a companhias privadas.

