Só na última década, o Brasil foi “alvo” de aproximadamente 57 milhões de descargas atmosféricas, responsáveis pela morte de 1.321 pessoas, segundo o Grupo de Electricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O Brasil fica, assim, colocado no primeiro lugar na lista de “alvos” de raios em todo o mundo – e a tendência é para aumentar.
Equipas de cientistas avaliam agora a relação deste fenómeno natural com as mudanças climáticas que afectam o planeta, dada a estimativa de que cada grau a mais registado na temperatura global pode ocasionar um aumento de 10 a 20 por cento na incidência de raios.


