No sector Espacial, como em qualquer sector que envolva investimento público, não podem existir empregos em “part-time”, nem amadorismos…a gestão dos dinheiros públicos e a representação externa de Portugal, num sector que é fortemente concorrencial e onde a lógica empresarial é dominante, deve ser encarada e executada com rigor e conhecimento de causa, por pessoas com vivência empresarial.
O recente acordo entre a França e a Alemanha veio alterar profundamente a estrutura directiva da EADS, acabando com a dupla linha de comando no consórcio aeroespacial europeu.
Neste momento, estamos a fazer o levantamento das participações portuguesas no Galileo e começámos a recolher informação das empresas portuguesas na indústria do Espaço. Agradecemos, desde já, toda a colaboração.