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Inteligência e SegurançaCIA define prioridades tecnológicas para 2006. A CIA, através da organização de pesquisa Intelligence Technology Innovation Center (ITIC), vai dar prioridade este ano às tecnologias destinadas a melhorar a partilha de inteligência, segundo a edição n° 516 da newsletter “Intelligence Online”.Depois dos atentados de 11 de Setembro de 2001, o ITIC lançou um programa de pesquisa sobre ferramentas de análise de dados denominado "Knowledge, Discovery and Dissemination” (KDD). Oito milhões de dólares por ano, é esta a verba destinada a este programa que envolve toda a comunidade de inteligência americana. Com início este ano, o ITIC pretende que o programa KDD se foque especificamente nas tecnologias que permitem uma cooperação entre as diferentes agências através do uso de dados partilhados. O ITIC responde directamente perante o directório de Ciência e Tecnologia da CIA e tem como principal função subsidiar laboratórios universitários e agências governamentais, embora por vezes financie empresas privadas. Além do programa KDD, o ITIC coordena e subsidia pesquisas em diversos domínios: nanotecnologia (nanobaterias, miniaturização de sensores); biometrica; robotica; sistemas de previsões; luta contra as armas biológicas; e estudo de “tera waves”, uma parte do campo electromagnético entre as “ondas curtas” e as “ondas infravermelhas” que permite aos utilizadores ver através de paredes na detecção de explosivos e minas. http://www.intelligenceonline.fr/networks/files/516/516.gif Segurança Informática preocupa França. Impulsionado pelo deputado francês Pierre Lasbordes, o estado francês deverá reorganizar totalmente o seu dispositivo nacional de segurança de sistemas de informação, podendo, criar uma agência de segurança informática, segundo a newsletter “Intelligence Online”. Pierre Lasbordes entregou em Janeiro ao primeiro-ministro francês Dominique de Villepin um relatório sobre a segurança dos sistemas de informação em França. Software do Pentágono. O Pentágono está preocupado com a influência exercida por estrangeiros no seu software e, por isso, pediu ao Defense Science Board para criar um grupo de trabalho e fazer um inquérito à situação, de acordo com a newsletter “Intelligence Online”. França desenvolve indústria de análise de informação. O sector das tecnologias de análise de informação é actualmente alvo de todas as atenções por parte do governo francês que decidiu financiar vários grandes projectos neste domínio (motor de busca Quaero, projecto Infom@gic, Biblioteca Digital Europeia). O motor de busca Quaero é uma iniciativa franco-alemã que quer ser a resposta europeia ao Google. Ainda sem data de estreia, o Quaero é já denominado como o verdadeiro motor de busca multimédia. Isto porque pretende fazer pesquisas de informação de imagens, sons e texto, além de possuir várias ferramentas multimédia e de ser acessível a partir de outras plataformas, além dos computadores, como os telemóveis e a televisão digital. O projecto Infom@gic tem por ambição de criar uma plataforma de investigação que cobre três eixos fundamentais da engenharia do conhecimento: os motores de pesquisa avançados, a extracção de conhecimentos elaborados e a fusão de informações multimédia. Por fim, o projecto da Biblioteca Digital Europeia, proposto há no ano passado pela França futura prevê a digitalização de milhões de livros, para preservar, segundo seus idealizadores, "uma riqueza e diversidade sem paralelo". Guerra económica em França. A Direction Centrale des Renseignements Généraux (DCRG), direcção central serviços de informação do estado francês, contabilizou 87 "acções hostis" contra empresas francesas que podem ser consideradas sensíveis. Os principais os sectores em causa são a metalurgia, com "9 agressões hostis assinaladas", a química (8), a energia nuclear (7), a farmácia, a agro-alimentar e a informática (3). Este é o primeiro balanço estabelecido pelo DCRG, em colaboração com a agência de segurança francesa Direction de la Surveillance du Territoire (DST). No total, os RG recensearam 934 sociedades, em especial Pequenas e Médias empresas, com tecnologias susceptíveis de interessar a países ou empresas estrangeiras. Entre estas, 158 apresentam sinais de "vulnerabilidade", num balanço que coloca a tónica sobre "as novas pistas chinesas". |
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