HomepageNotíciasAssine a NewsletterConsultar edições anterioresContacte-nos

Edições Anteriores

Edição nº1 Janeiro 2006
Edição nº2 Fevereiro 2006
Edição nº3 Março 2006
Edição nº4 Abril 2006
Edição nº5 Maio 2006
Edição nº6 Junho 2006
Edição nº7 Julho/Agosto 2006
Edição nº8 Setembro 2006
Edição nº9 Outubro 2006
Edição nº10 Novembro 2006
Edição nº11 Dezembro 2006
Edição nº12 Janeiro 2007
Edição nº13 Fevereiro 2007
Edição nº14 Março 2007
Edição nº15 Abril 2007
Edição nº16 Maio 2007
Edição nº17 Junho 2007
Edição nº18 Julho 2007
Edição nº19 Setembro 2007
Edição nº20 Outubro 2007
Edição nº21 Novembro 2007
Edição nº22 Janeiro 2008
Edição nº23 Fevereiro 2008
Edição nº24 Março 2008
Edição nº25 Abril 2008
Edição nº26 Maio 2008
Edição nº27 Junho 2008
Edição nº28 Julho 2008
Edição especial Setembro 2008
Edição nº29 Setembro 2008
Edição nº30 Outubro 2008

Entrevistas

Os fundos soberanos são actores com uma importância crescente no mercado de capitais. Banca, Indústria, em particular sectores estratégicos como o aeroespacial, e o sector da Energia são hoje os alvos mais apetecíveis, de acordo com a cartografia pioneira realizada pela investigadora da École de Guerre Économique Alice Lacoye Mateus.
O Presidente da Proespaço, António Neto da Silva, em entrevista ao Correio da Manhã e à semelhança do que já havia feito na entrevista à Espacialnews, defende a necessidade de uma mudança na relação do Governo com o Espaço, fala do empenho da indústria portuguesa, cada vez mais capaz para participar e mesmo liderar alguns dos grandes projectos espaciais, e aborda os motivos do impasse no Galileo, entre outros aspectos ligados ao Espaço.
A inoperacionalidade do governo português é o único handicap que pode por em causa um futuro brilhante para a indústria portuguesa do Espaço e a solução passa pela criação de uma entidade supra-ministerial, na dependência directa do Primeiro-ministro. Ideia defendida por António Neto da Silva, presidente da Proespaço, em entrevista à Espacialnews.
Portugal precisa, para se afirmar no contexto global, de apostar num modelo de “flexibililidade geo-estratégica”, numa “geometria variável” que permita ligar o país aos países da sua História, através de uma recuperação do valor do simbólico. A ideia é defendida por Jorge Nascimento Rodrigues, editor de www.janelanaweb.com, entre outros sites, e co-autor do livro “Portugal - Pioneiro da Globalização”.
Avaliar o ambiente de dinamismo em torno da criação de um cluster aeronáutico, em Portugal, promovida pela GECI, e a possibilidade de nele participar com o seu novo projecto de jacto executivo, foi o que trouxe a Portugal Josè di Mase, o presidente da italiana Piaggio Aero, uma das empresas líderes no sector aeroespacial europeu.
A Estação de Rastreio de Satélites de Santa Maria “coloca os Açores na rota espacial” e é uma primeira etapa para que, de um modo sustentado, a Região dê passos seguros para a concretização de um novo pilar da economia regional – as novas tecnologias da informação e do conhecimento.
O Presidente da Câmara Municipal de Évora está empenhado na concretização do projecto Skylander e tudo tem feito para ver este projecto concretizado “o mais depressa possível”. José Ernesto Oliveira explica o que já está feito para instalar um cluster aeronáutico e salienta o interesse do Primeiro-Ministro e do seu Gabinete neste projecto tecnológico de “grande interesse nacional”.
Serge Bitboul fala, pela primeira vez depois da decisão de levar o Skylander para França, em entrevista à EspacialNews. E diz que esta decisão permitiu já que a GECI Internacional negoceie a transformação das centenas de intenções de compra em encomendas fechadas e tenha avançado nas instalações fabris. Revela ainda que está disposto a ajudar na concretização do objectivo português de criação de um cluster aeroespacial.
Portugal foi pioneiro da globalização porque “inovou na arte de inovar” e soube determinar um objectivo claro e desenvolver as tecnologias, as técnicas e as estratégias necessárias para o alcançar. Hoje, explica o professor universitário Tessaleno Devezas, autor, com Jorge Nascimento Rodrigues, do livro “Portugal –O Pioneiro da Globalização”, o país deve encontrar o seu “intento estratégico” e apostar numa projecção global assente na relação com os vários países da sua história, em particular o Brasil, a China e a Índia...
Economista especializado em inteligência económica e estratégica, André Magrinho, em entrevista à EspacialNews, fala da importância estratégica do Espaço como o “um elemento catalisador da inovação e da competitividade”, e explica porque é preciso criar em Portugal um pólo de competitividade em torno da aeronáutica. O projecto Skylander, o primeiro avião português, é a “melhor porta de entrada neste sector”, conclui.
A nossa pioneira absoluta da conquista espacial, a Edisoft, entrou há 9 anos no negócio da indústria do Espaço, metendo uma lança em Torrejon, como explica o seu director-geral, António Rodrigues de Sousa.
O Espaço surge, na agenda de modernização do País, como um dos sectores mais apetecíveis e mais interessantes para fazer apostas integradas de criação de valor, com a aliança do trabalho de laboratórios, universidades e empresas com perfil exportador na lógica do mercado global. No entanto, o Coordenador do Plano Tecnológico e da Estratégia de Lisboa, Carlos Zorrinho, defende que tem de ser a própria indústria a lutar pelo seu espaço de oportunidade, para depois obter o apoio necessário. Ter na indústria do Espaço uma das indústrias motoras do novo modelo de desenvolvimento do País tem muito que ver com a nossa matriz identitária: sermos sempre um país e um povo que procura novas fronteiras, avança ainda Zorrinho.
O Espaço tem uma importância estratégica para Europa, defende Octávia Frota, Deputy Director of Research & Technology na Agência Europeia de Defesa - directora adjunta para a área da investigação e tecnologia. É um instrumento essencial na monitorização e a todas as escalas (global, regional e nacional) essenciais à segurança Europeia e Nacional. Para a responsável, a indústria portuguesa tem a capacidade e a oportunidade para se afirmar como um player no sector do Espaço.
O Presidente da GECI, Serge Bitboul, explica o porquê da escolha de Portugal para o desenvolvimento do Skylander, o enorme mercado deste avião, as vantagens das injecções de tecnologia no tecido industrial português e como o Skylander mudará o Alentejo. Tudo numa conversa com a “EspacialNews” sobre o futuro primeiro avião português.
Na problemática da Homeland Security, o Espaço desempenha um papel fundamental. É o “papel de embrulho”, ou seja, o que permite organizar, ligar e embrulhar todas as outras tecnologias e dispositivos, nas palavras do presidente da empresa portuguesa pioneira no espaço, a Edisoft. Sérgio Campos, explica que toda a informação passa hoje pelo Espaço e que este deve servir para enquadrar as estratégias de segurança e as optimizar. E deixa um alerta, Portugal já perdeu várias batalhas e vai perder a do Espaço se não houver a inteligência económica e estratégica para perceber a sua importância.

Pergunta directa ao Presidente...

Qual é a diferença entre a Edisoft e outras empresas portuguesas que fazem trabalhos na indústria do espaço, como a Skysoft, a Critical Software e outras?
Qual o motivo da aparente lentidão na descolagem do Skylander?
Qual é o objectivo do recente aumento de capital da GECI?
A Edisoft tem sido pioneira na ligação entre a tecnologia espacial e as necessidades de monitorização do mar. Porquê esta aposta?

Pergunta Directa

A Espacialnews dá nesta edição a resposta a uma questão que tem sido muito colocada nos últimos tempos.