Portugal tem 207 pontos críticos, vulneráveis a ameaças terroristas ou catástrofes naturais e tem de criar mais planos de emergência. Estas são as principais conclusões de um levantamento apresentado recentemente pelo Conselho Nacional de Planeamento Civil de Emergência (CNPCE).
João Piroto, vice-presidente do CNPCE, referiu que os pontos críticos (nas áreas da comunicação, saúde ou justiça, entre outros) são aqueles que, se lesados, “perturbam o funcionamento do país ou o bem-estar das populações e é para eles que têm se ser criados planos de emergência”.

