Inteligência2008/10/21
Intelligence: propostas de leitura
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“Pour une stratégie globale de sécurité nationale”
Nicolas Arpagian e Eric Delbecque dão neste livro uma das mais importantes contribuições, neste mundo em constante mutação, para uma reflexão sobre segurança nacional e as grandes questões estratégicas. Através do contributo de diversos especialistas e profissionais, “Pour une stratégie globale de sécurité nationale” ajuda a conhecer o carácter compósito da Defesa do século XXI – que, certamente, não se limita a uma vontade militar. Diversos argumentos são oferecidos ao leitor para que este adquira o poder de escolha sobre o tipo sociedade em que pretende viver. |
“Cybermenaces, entreprises et internautes”
A cibersegurança é, actualmente, um dos maiores desafios que se impõem às sociedades e, claro, às tecnologias de informação e comunicação digitais. E porque a Internet é, provavelmente, o espaço mais vulnerável ao cibercrime, este livro surge como uma espécie de manual, destinado a empresas e internautas, para uma maior e melhor consciencialização dos perigos das redes digitais. Myriam Quéméner, a autora, faz uma tipologia dos cibercriminosos, explica de que forma estes nos afectam, quais as maiores ciberameaças e fornece ainda alguma informação jurídica sobre como agir face a este tipo de comportamentos ilícitos. “Cybermenaces, entreprises et internautes” é uma reflexão sobre o cibermundo e uma verdadeira antecipação estratégica e de inteligência económica sobre uma perspectiva global de segurança.
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“Histoire des services secrets britanniques”
Como é que os Ingleses organizaram, há alguns meses, a fuga de um alto responsável iraniano? Qual é o papel dos Britânicos nos projectos do ataque norte-americano contra o Irão? Os ataques-suicidas de 7 de Julho de 2005 no metro londrino poderiam ter sido evitados? Estas e outras questões encontram resposta neste livro de Gordon Thomas que, pela primeira vez, nos revela os maiores (e talvez os mais polémicos) dossiers dos serviços secretos britânicos, ao mesmo tempo que retraça a história dos célebres MI-5 e MI-6. Cem anos de triunfos e fracassos de um dos serviços de informação mais antigos do mundo. |
“O Diário Secreto que Salazar não Leu”
A mais recente obra do jornalista e escritor Rui Araújo retrata histórias factuais de espiões portugueses que trabalharam em prol dos nazis durante a II Guerra Mundial. “Não era por ideias, sexo ou emoções, que se dedicavam à espionagem: era por dinheiro, por serem pobres”, conta o autor sobre os homens da secreta. A riqueza deste livro, organizado cronologicamente, surge das muitas narrativas e pessoas que gravitavam à volta de Lisboa, “a capital neutral mais importante em termos de espionagem”, ou percorriam os territórios africanos. Uma extensa narrativa – baseada nos “Diários” de Guy Lidell, antigo director do MI-5, serviço contra-espionagem britânica – que terá lançamento a 27 de Outubro, em Lisboa.
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