O Departamento de Justiça norte-americano concluiu, no passado dia 03 de Outubro, a revisão, de vários meses, às novas linhas de acção do FBI (Federal Bureau of Investigation), dando mais flexibilidade à agência federal para iniciar investigações no âmbito da luta contra o terrorismo.
Agora, mesmo que não existam provas concretas de infracção à lei, o FBI poderá usar informadores, destacar agentes à paisana e interrogar testemunhas, entre outrsa tecnicas de investigação.
As novas orientações de conduta “vão dar ao FBI a autoridade e flexibilidade que necessita para proteger a nação de ameaças terroristas”, afirmou o director do gabinete federal, Robert S. Mueller III.
Os Estados Unidos começam, assim, nesta matéria a proximar-se do que tem sido feito em França, por Nicolas Sarkozy.

