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Homeland Security

2008/10/21

EUA reforçam vigilância satélite e cibersegurança

O Departamento de Segurança Interna (DHS) dos Estados Unidos vai colocar, uma vez mais, a melhor tecnologia de ponta ao serviço da luta contra o terrorismo e da segurança de fronteiras. Do controverso programa de vigilância por satélite até ao presságio de um novo sistema de cibersegurança Einstein 3, passando mesmo por um sensor capaz de ler a mente, há de (quase) tudo no novo pacote de medidas do DHS.

O National Applications Office (NAO), nome do programa do DHS que permite o uso de imagens de satélites-espiões por responsáveis locais, estatais e federais, está já a começar a primeira fase, financiada pelos 634 mil milhões de dólares aprovados pelo Congresso.

Através no NAO, o governo norte-americano pretende que a resposta a situações de crise e outras necessidades de segurança domésticas, como a percepção de vulnerabilidades fronteiriças, seja bastante mais fácil. O programa está em marcha apesar de uma auditoria independente ter assinalado que o Departamento ainda não garantiu o cumprimento das leis de privacidade norte-americanas.

Entretanto, o Secretário para a Segurança Interna, Michael Chertoff, avisou, no passado dia 03 de Outubro, para a necessidade de melhorar a cibersegurança norte-americana através uma infra-estrutura computacional do governo capaz de evitar um ciberataque antes mesmo que ele aconteça. Este sistema “conseguiria, literalmente, como uma arma anti-aérea, abater um ataque antes de ele atingir o alvo. E a isto chamamos Einstein 3.0”, afirmou Chertoff, numa referência aos sistemas Einstein 1.0, já existente, e 2.0, que está neste momento a ser testado para detectar as invasões de hackers no momento em que estas aconteçam.

Outras iniciativas do DHS são a utilização de um sensor capaz de perceber as intenções de cada pessoa avaliada, que será, posteriormente, caso os testes sejam concluídos com sucesso, colocado nos controlos de segurança dos aeroportos.