A “Crise dos Mísseis” de 1962 e consequentes revelações sobre o verdadeiro arsenal nuclear na Cuba de Fidel Castro, embora sob controlo de Moscovo, aconselham cuidados na avaliação da capacidade nuclear da Coreia do Norte ou do Paquistão, lembra o China Confidental.
Documentos soviéticos, antes confidenciais, revelaram, em 1992, que a URSS colocou em Cuba cerca de 100 pequenas armas nucleares.
Fidel Castro quis manter em seu poder as armas tácticas, usadas na artilharia e bombardeiros, mas Moscovo, depois de ter aceite o pedido, terá recuado e retirado as ogivas de Cuba, em Dezembro de 1962, segundo documentos soviéticos encontrados décadas mais tarde por investigadores russos e ocidentais.


