O novo secretário-geral da Aliança Atlântica, Anders Fogh Rasmussen (o ex-primeiro-ministro dinamarquês que, em 2005, apoiou a publicação dos cartoons do profeta Maomé), iniciou o seu mandato (de quatro anos) com uma mensagem de conciliação dirigida aos muçulmanos, definindo a NATO como “uma aliança que protege os muçulmanos contra a opressão”.
Compromisso sério no Afeganistão
Anders Rasmussen defendeu também um maior envolvimento da Aliança Atlântica no Afeganistão, para evitar que o país “volte a ser uma placa giratória do terrorismo internacional”.
“Espero que, no meu mandato, consigamos ajudar os afegãos a encarregarem-se da sua segurança (…), mas que fique claro para os talibãs que isto não é uma estratégia de retirada. A NATO não se prepara para partir. Ficaremos o tempo que for necessário”, declarou Rasmussen numa conferência de imprensa em Bruxelas, no âmbito da sua entrada em funções.
Data polémica
Ainda antes de tomar posse das novas funções na NATO, Anders Rasmussen já tinha sido notícia, ao pôr em alvoroço os funcionários e o quadro de dirigentes da organização com o anúncio de que iria assumir funções na sede da instituição, nos subúrbios de Bruxelas, no dia 01 de Agosto, ou seja, num sábado…


