O vice-presidente do Brasil, José Alencar, defendeu que o país deve apostar no desenvolvimento de armas nucleares para proteger as suas reservas de petróleo. “A arma nuclear” teria, segundo Alencar, um efeito “dissuasor”.
“Do ponto de vista da dissuasão, é importante [o desenvolvimento de armas nucleares]. O Brasil, para ser um país realmente forte, tem que avançar nisso, especialmente para fins pacíficos”, disse.
Para Alencar, “a arma nuclear utilizada como instrumento dissuasor é de grande importância para um país que tem 15 mil quilómetros a Oeste, tem um mar territorial e agora o mar do pré-sal, de quatro milhões de quilómetros quadrados”.
O vice-presidente, que na altura das declarações era presidente em exercício, por Lula da Silva estar fora do país, notou ainda o facto de o Paquistão estar em diversas organizações internacionais, não por ser um país grande, mas por ter armas nucleares.
As declarações de Alencar foram já rejeitadas pelo executivo de Lula da Silva, por não representarem a posição oficial do país.
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O presidente iraniano irá visitar Brasília em Novembro. Lula da Silva estará, por seu turno, em Teerão, em Maio de 2010.


