O interesse de Moscovo em material de defesa estrangeiro não pára de aumentar: navios franceses, drones israelitas, espingardas de precisão alemãs e austríacas e tecnologia francesa para tanques... É o reconhecimento do seu atraso tecnológico.
Para colmatá-lo, o ministério da Defesa não olha às despesas, com o objectivo de mostrar que o processo de modernização das forças armadas do país se mantém e que a Rússia, tal como a China e mesmo os Estados Unidos, quer aproveitar as tecnologias ultra-modernas que já existem noutras partes do mundo.

