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Inteligência

2009/10/07

Intelligence em livro

“L’Intelligence Économique – Techniques & Outils”

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Neste guia sobre Inteligência Económica (IE), François Jakobiak dá a compreender o interesse da “intelligence économique” e explica como é que os seus dispositivos podem e devem ser utilizados ao serviço das empresas, tendo em conta as necessidades e especificidades de cada uma.

Em “L’Intelligence Économique – Techniques & Outils”, o autor analisa as metodologias a adoptar na aplicação do conceito no contexto empresarial e aborda as problemáticas ligadas à implementação de um dispositivo de IE nas empresas.



“Les secrets de l'intelligence économique”

Bruno Delamotte, presidente executivo da especialista francesa em segurança e inteligência económica Risk & Co., publica uma obra onde revela numerosos casos (alguns dos quais em que esteve envolvido) que demonstram os efeitos do sistema francês – a França não dispensa os actores de inteligência económica responsáveis por prevenir vulnerabilidades aos ataques e proteger as empresas.

“Les secrets de l’intelligence économique” é, simultaneamente, uma espécie de “confissão” e uma “defesa” a uma verdadeira política de inteligência económica, como é a de França…



“Boyd: The fighter pilot who changed the art of war”

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Nesta obra biográfica, Robert Coram retrata a vida do coronel John R. Boyd, um antigo piloto de caças da U.S. Air Force e, mais do que isso, um estratega militar cujas teorias muito contribuíram e influenciaram a história militar norte-americana do século XX.



“La bataille du Grand Nord a commencé...”

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Agosto de 2007. Dois submarinos depositam a bandeira russa a 4.200 metros de profundidade. O mundo descobre que a batalha do Grande Norte começou e que em jogo estão questões económicas, ambientais e estratégicas.

Com o aparecimento de novas passagens marítimas, o derretimento dos glaciares polares permite aceder a reservas gigantescas de petróleo, gás e até de diamantes e minerais raros. A corrida para o controlo e exploração dessas mesmas reservas, disputada entre Estados Unidos, Canadá, Rússia, Dinamarca e Noruega, é amarga e está longe de terminar, enquanto a China, o Japão e outros países europeus caem numa emboscada…

Esta batalha dá-se em zonas altamente estratégicas após a Guerra Fria – hoje, tornadas no ponto de apoio principal do escudo antimísseis americano. O livro “La bataille du Grand Nord a commencé…”, da autoria de Richard Labévière e François Thual, relata o desenrolar de uma batalha que faz do Árctico uma zona, estratégica e economicamente, vital.



Monde Chinois nº 18: “La puissance militaire chinoise”

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Pequim lançou o seu programa nuclear na década de 50 e, desde aí, o “budget” consagrado à militarização do país não mais parou de crescer. Hoje, a China, numa constante modernização do seu exército, consegue competir com as grandes potências militares mundiais. O último número da revista trimestral “Monde Chinoise” é, por isso, dedicado ao “poder militar chinês”.

As edições 11 e 12/13 já estão disponíveis online.



Diplomatie nº 40: “Geopolitique de l'ocean indien”

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A “Geopolítica no Oceano Índico” é o tema em destaque na edição de Setembro da revista francesa “Diplomatie”, disponível aqui.




“Histoire secrète des SAS: L'élite des forces spéciales britanniques”

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Para muitos, a força de elite britânica Special Air Service é um mito. Mas, na realidade, a SAS é uma formidável máquina de guerra, cujos membros dominam, de facto, a arte militar e fazem desta unidade uma das mais eminentes referências em matéria de forças especiais.

“Who Dares Wins” (“Quem ousa vence”) é a principal divisa da SAS que, desde a sua criação, em 1941, realizou diversas operações clandestinas e perigosas, nos quatro cantos do mundo.

Jean-Jacques Cécile revela, neste livro de referência, as principais operações da SAS e mostra o lado mais secreto desta unidade militar britânica.



“Finest Years, Churchill as Warlord 1940-45”

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Quem foi, de facto, Winston Churchill? Sem dúvida um dos maiores líderes políticos da História mundial, mas também um grande senhor da guerra e um homem de cultura. Neste livro, Max Hastings revela as dificuldades que há em compreender Churchill e admite os falhanços estratégicos ou os defeitos pessoais daquele que foi considerado um invencível chefe militar.

“Finest Years, Churchill as Warlord 1940-45” conta que, durante a II Guerra Mundial, o exército britânico não era um modelo de excelência… As tropas “pecavam” por uma cultura militar débil, as armas e equipamentos eram de fraca qualidade e os falhanços tácticos eram constantes. Churchill tinha em mãos o comando de uma deficiente estrutura militar, mas rapidamente conseguiu dar a volta e vencer a guerra…