HomepageNotíciasAssine a NewsletterConsultar edições anterioresContacte-nosVisitar o Inteligência Económica

Decisores

2010/01/22

Chávez nega corrida ao armamentos


Hugo Chávez
Hugo Chávez, presidente venezuelano, negou estar na corrida ao armamento, ao exibir, no final de Dezembro, as novas unidades militares do país e ao anunciar a breve chegada de tanques T72 comprados à Rússia.

“Acusam-nos de que tomámos o caminho do armamentismo: não! Que estamos a preparar uma guerra contra a Colômbia: não! Só estamos a fortalecer-nos em todos os sentidos e dispostos a dar até a última gota do nosso sangue pela soberania e a independência da Pátria (...). Isso deve sabê-lo o mundo”, declarou Chávez.

“A Venezuela vai pelo caminho de converter-se numa potência. Saiba o mundo que a Venezuela vai ser uma potência, uma potência para o bem, para a integração, para o desenvolvimento humano. (…) vamos ser uma potência económica, moral e social e temos então necessidade de contar com umas forças armadas à altura de uma potência”, acrescentou o chefe de Estado.

Sobre as novas unidades militares, Hugo Chávez explicou que “fazem parte de uma estratégia anunciada há vários anos pela revolução boliviana”, como parte da “nova concepção” do “novo pensamento militar venezuelano que brotou com força”, de uma visão libertadora e um pensamento anti-imperialista.

Hugo Chávez adiantou ainda que as novas unidades estão armadas com espingardas de precisão Dragunov, lança-granadas RPG-7 e mísseis portáteis anti-aéreos Iglas, todos fabricados pela Rússia.