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Inteligência

2010/04/08

Stratfor analisa espionagem “à chinesa”

A polémica de Janeiro sobre as operações da Google na China foi provocada por uma suposta tentativa de hacking pelo governo chinês e o incidente originou uma intensa disputa política e económica entre Pequim e Washington.

Numa análise profunda, a Stratfor explica porque este caso deve servir de aviso para que as empresas estrangeiras e governos estejam atentos ao “invasivo” aparelho de intelligence chinês.

“A capacidade da secreta chinesa parece ser vasta, principalmente por causa da enorme população do país e da histórica diáspora chinesa que se espalhou por todo o mundo. Tradicionalmente focada no interior, a China, como potência emergente, está decidida a concorrer com os poderes estabelecidos ao direccionar as suas operações de inteligência a um público global. A China move-se sobretudo pelo facto de ter recursos abundantes e muita coisa ainda para aprender”, lê-se no resumo do relatório da Stratfor que aqui publicamos, o primeiro de uma série sobre os grandes serviços de intelligence estatais mundiais.